Exige a mesma quantidade de energia. A mesma concentração. Então porque é que escolhemos este drama todo?
Já reparou que quando uma pessoa que admiramos faz algo fenomenal ficamos felizes por ela, mas não surpreendidos? Claro que fez algo fenomenal, é uma pessoa fenomenal! Mas vermo‑nos a nós próprios como pessoas espantosas é como empurrar um calhau por uma encosta acima. Sim, já está, chegámos, somos fantásticos! Ops! Está a tombar... está a tombar para a esquerda! Empurra! Aí vamos nós. Tudo bem. Espera, está a tombar para a direita... Corremos de um lado para o outro, dando um passo em frente e catorze passos para trás, quando é tão desnecessário.
Tente, em vez disso, ver‑se pelos olhos de alguém que a admire a si. Eles sabem. Acreditam em si incondicionalmente. Não estão ligados às suas inseguranças e crenças negativas sobre si própria. Tudo o que veem é a sua verdadeira glória e potencial. Torne‑se um dos seus fãs incondicionais, olhe para si própria de fora, onde as dúvidas não conseguem chegar‑lhe, e contemple o seu brilho.
Pode escolher como vê a sua realidade. Então porque é que, quando se vê a si própria, escolhe ver
outra coisa que não uma criatura fabulosa? Você é uma fera. Era uma fera quando entrou aos berros neste mundo, e continua a sê‑lo. Se não fosse assim, o Universo não se preocuparia consigo. Por mais asneiras que faça, a sua ferocidade nunca desaparece. É a pessoa que é. É quem sempre será. Isto não está aberto a negociação.
E é amada. Muito. Ferozmente. Incondicionalmente. O Universo está doido com a sua grandiosidade. O Universo envolve‑a num grande abraço de adoração. Quer dar‑lhe tudo o que deseja. Quer que seja feliz. Quer que veja em si aquilo que ele vê.
Tente, em vez disso, ver‑se pelos olhos de alguém que a admire a si. Eles sabem. Acreditam em si incondicionalmente. Não estão ligados às suas inseguranças e crenças negativas sobre si própria. Tudo o que veem é a sua verdadeira glória e potencial. Torne‑se um dos seus fãs incondicionais, olhe para si própria de fora, onde as dúvidas não conseguem chegar‑lhe, e contemple o seu brilho.
Pode escolher como vê a sua realidade. Então porque é que, quando se vê a si própria, escolhe ver
outra coisa que não uma criatura fabulosa? Você é uma fera. Era uma fera quando entrou aos berros neste mundo, e continua a sê‑lo. Se não fosse assim, o Universo não se preocuparia consigo. Por mais asneiras que faça, a sua ferocidade nunca desaparece. É a pessoa que é. É quem sempre será. Isto não está aberto a negociação.E é amada. Muito. Ferozmente. Incondicionalmente. O Universo está doido com a sua grandiosidade. O Universo envolve‑a num grande abraço de adoração. Quer dar‑lhe tudo o que deseja. Quer que seja feliz. Quer que veja em si aquilo que ele vê.





