Costuma censurar‑se? Culpar‑se por não ter estado à altura? Estar convencido de que agiu mal?
Sim? Então está pronto para três conselhos que lhe permitirão escapar à armadilha da culpabilidade. Pode ser devastadora, por isso, mais vale deixá‑la a uma distância de segurança...
Sim? Então está pronto para três conselhos que lhe permitirão escapar à armadilha da culpabilidade. Pode ser devastadora, por isso, mais vale deixá‑la a uma distância de segurança...
1. Ninguém é perfeito! Ninguém. Nem sequer eu (se bem que...). Tem de convencer‑se disto de uma vez por todas! Tal não faz de si uma pessoa a evitar, bem pelo contrário. E aceitar tal prerrogativa é dar um grande passo rumo ao bem‑estar. Reconhecer as suas falhas e as suas fraquezas é um descanso;
2. O mundo não é preto e branco: é cinzento. Esta saída cromática serve apenas para o convencer de que todos temos uma parte sombria – que faz de nós seres instáveis, logo, dignos de interesse;
3. Em criança, tínhamos uma visão um pouco binária da vida. Diziam‑nos: «Está bem» ou «Está mal»! Nós acreditávamos! Mas não serão as coisas um pouco mais complicadas? A busca do ideal está perdida de antemão. Esteja, por isso, à escuta dos seus desejos, das suas vontades, nem que seja preciso fazer malabarismos com a moral, desde que não prejudique ninguém. Numa palavra, assuma‑se!Na verdade, o único motivo que poderia levá‑lo a culpabilizar‑se seria não ter lido este texto até ao fim. Mas... aparentemente, não é o caso. É isso mesmo. Está quase lá, continue!





