A gravidez não é o céu! - Eduardo Sá

11. Os bebés não são todos lindos de morrer. Às vezes, são vermelhuscos. Às vezes rabugentos e, à primeira vista, pouco dados. E os pais, porque os amam, sentem‑se muitas vezes obrigados a não pôr em dúvida a sua beleza quando, lá no fundo, percebem que “quem feio ama bonito lhe parece”. Mas se for bonito... ajuda.


12. Um bebé cansa que se farta. Aliás, como pode uma mãe  ser bucólica e bondosa dormindo em suaves prestações de duas horas? E como pode ter uma atenção flutuante enquanto está exausta, ao mesmo tempo? E como pode amar o mundo quando o pai do bebé se distrai em relação a ela, e uma https://www.leyaonline.com/pt/livros/familia/querida-mae/das avós, enquanto a repreende, dá banho ao bebé e lhe “põe legendas”, muito melhor? E como pode ser mãe quando, por mais que ela o ame, aquela “prisão domiciliária” nem sempre lhe sabe ao melhor do mundo? E quando, por mais que haja quem fale de “férias de parto”, ela se sente com saudades do trabalho? E por mais que esteja feliz, quando sente uma tristezazinha que lhe arranha o coração, e quase nunca se resolve?
13. Uma gravidez pode não ser, todos os dias, o melhor do mundo. Mas vivê‑la com verdade ajuda a tornar‑nos melhores. Como pessoas e como pais. Para lá de sempre.

Torne o seu quarto um oásis de ar puro | Dr. Leo Galland

É muito possível que passe mais horas no seu quarto do que em qualquer outra divisão da casa. Isso significa que quer que o seu quarto seja um lugar especial onde pode descontrair, recuperar a energia e relaxar corpo e mente após um longo dia. Para o tornar o mais tranquilo possível, posso sugerir‑lhe que reduza os equipamentos eletrónicos ao mínimo? Todas aquelas televisões com o som muito alto e os zumbidos e vibrações dos telemóveis é muita agitação extra.
 


Além disso, talvez queira purificar o ar no seu quarto retirando toda a tralha que é um verdadeiro www.leyaonline.com/pt/livros/saude/o-grande-livro-das-alergias/íman para o pó e deixando jornais e revistas, com as suas páginas impressas com tintas que libertam matéria tóxica, fora do quarto. Alguém falou em impressoras? Por favor, mantenha‑as fora do quarto, pois elas libertam químicos que não vai querer respirar. No quarto, não use qualquer tipo de objeto de combustão, como uma lareira, uma salamandra ou até velas.
Já removeu todas as fontes de poluição e alergénios do seu oásis de descanso, conforto e segurança. Agora, pode descansar sem problemas.

Atenção à fruta | Dr. Frank Lipman & Danielle Claro

Açúcar é açúcar, seja branco e granulado seja sob a forma de uma banana, e não devemos abusar dele.


https://www.leyaonline.com/pt/livros/saude/as-novas-regras-da-saude/Comer uma peça de fruta biológica aqui e ali faz muito bem, mas desde que não se exagere. Sempre que puder, opte pela fruta com baixo teor de açúcar: morangos, amoras, framboesas, melão e toranjas. E não beba sumos de fruta: contêm uma dose elevada de açúcar – normalmente bastante processado – e sem os benefícios da fibra da fruta.

Rolos de couve roxa | Vânia Ribeiro

Quando me tornei vegetariana nunca imaginei que fosse possível fazer tantas refeições variadas e coloridas. Se até há uns anos comia muito poucos vegetais, hoje uso e abuso deles. A receita para estes rolinhos de couve roxa surgiu num dia em que não sabia o que fazer com ela. Lembrei-me então dos tão famosos rolos de couve-lombarda e decidi experimentar com couve roxa. E não é que funcionou na perfeição?


Cerca de 8 rolinhos
1 couve roxa
1 chávena de arroz integral
2 chávenas e meia de água
2 cenouras raladas
Meia chávena de ervilhas
2 dentes de alho
1 ramo de tomilho seco
2 ramos de coentros frescos
½ colher de sobremesa de curcuma em pó
Pimenta preta, a gosto
Pitada de sal marinho

Tempo de preparação: 30 min.
Demolhar o arroz por seis horas. Num tacho juntar a água, os dentes de alho, o ramo de tomilho seco e os dois ramos de coentros. Temperar com um pouco de sal e deixar a água ferver. Juntar o arroz, reduzir o lume para médio-baixo, tapar o tacho e deixar cozer dez minutos.
Juntar a cenoura ralada, as ervilhas, a curcuma e a pimenta preta a gosto. Tapar a panela e deixar cozinhar durante mais dez minutos.
Mexer o arroz, tapar e cozer durante mais cinco minutos, rectificando a quantidade de água. Quando o arroz estiver cozido, desligar o lume e deixar tapado durante mais dez minutos.
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Num tacho ferver água com uma pitada de sal marinho.
https://www.leyaonline.com/pt/livros/culinaria-e-gastronomia/as-5-cores-da-cozinha-saudavel/Cortar as folhas da couve roxa pelo caule e soltar com cuidado para que fiquem o mais inteiras possível.
Mergulhar as folhas de couve na água e deixar cozinhar apenas alguns minutos só para escaldar, e para que fiquem mais macias e moldáveis e não percam a cor.
Escorrer muito bem a água das folhas de couve. Rechear cada folha com duas a três colheres de sopa do arroz de curcuma, ervilhas e cenoura. Formar rolinhos com a couve. Servir ainda quente ou frio com uma salada.

Erro n.o 16 - Precisar de Que Gostem de Si | Dra. Lois P. Frankel

“Não há dúvida de que vocês gostam de mim! Neste preciso momento, vocês gostam de mim!” Não há melhor exemplo de como a necessidade de que os outros gostem de nós pode obstruir o caminho do êxito que esta exclamação de Sally Field, depois de, em 1984, ter conquistado o Óscar para Melhor Actriz com o seu desempenho no filme Um Lugar no Coração. Até então, o seu currículo incluía películas como Gidget, The Flying Nun e o papel de co-protagonista de Burt Reynolds em Os Bons e os Maus. O deslize no discurso de aceitação do Óscar constituiu um ponto de viragem na sua carreira. A partir de então, passou a interpretar papéis mais sérios, participou na realização e produção de filmes e mudou a forma de comunicar com o público.

A necessidade de que os outros gostem de nós é um factor decisivo para o êxito. As pessoas são promovidas, despromovidas, contratadas e despedidas, consoante os outros gostem mais ou menos delas. A miúda que existe dentro de cada uma de nós precisa de que gostem dela – e não há nada de mal nisso. Os problemas só surgem quando as necessidades da miúda tolhem os movimentos da mulher adulta e racional.
Em certas pessoas, essa necessidade está tão enraizada que as impede de agir de outro modo. É fundamental perceber a diferença entre gostarem de nós e terem respeito por nós. Se a única https://www.leyaonline.com/pt/livros/ciencias-sociais-e-humanas/gestao/as-boas-raparigas-nao-sobem-na-vida/preocupação da leitora for agir de modo a gostarem de si, o mais provável é nunca vir a ser respeitada. Essa sua necessidade exclui a possibilidade de assumir riscos que só quem é respeitado está à altura de assumir. Pelo contrário, se a sua preocupação for apenas fazer -se respeitar, pouco se importando se os outros gostam ou não de si, poderá perder apoios com que lhe interessa contar. Paradoxalmente, são as pessoas de quem os outros gostam e pelas quais têm ao mesmo tempo respeito as mais bem -sucedidas no plano profissional.

Feijoca com estragão e limão | Hugh Fearnley-Whittingstall

Esta é uma forma agradável e fresca de preparar feijoca – ou feijão-verde.

4 PESSOAS
500 g de feijoca
2 colheres de sopa de óleo de colza ou azeite
2 chalotas ou 1 cebola pequena, finamente picada
1 dente de alho pequeno, finamente picado
Sumo de 1 limão
Uma mão-cheia de estragão, finamente picado
Sal marinho e pimenta preta moída na hora



Use um descascador de batatas para retirar as fibras dos lados da feijoca, apare-lhe as pontas e depois corte-a em pedaços de 2 a 3 cm.
Aqueça o óleo num tacho grande ou caçarola em lume médio. Junte a cebola ou chalotas e deixe https://www.leyaonline.com/pt/livros/culinaria-e-gastronomia/vegetariano-gourmet/refogar durante cerca de 10 minutos, até ficar tenra.
Acrescente o alho e o feijão. Cubra o tacho, baixe o lume e refogue durante mais 10 minutos. Junte cerca de 100 ml de água e continue a cozinhar, sem tapar, durante mais 10 minutos, aproximadamente, mexendo de vez em quando. Os feijões devem ficar tenros mas ainda levemente crocantes, e deve sobrar um pouco de líquido no final da cozedura.
Tire do lume e incorpore o sumo de limão, o estragão e um pouco de sal e pimenta. Sirva quente ou à temperatura ambiente.

Pratique a meditação, mesmo que não seja hippie | Dra. Christine Carter

Seja o que for que estiver a fazer, pergunte a si próprio: “Qual é o meu estado de espírito?”
DALAI LAMA

A vida tornou-se muito desgastante para muitas crianças e para os seus pais superocupados. Esse aumento de stress pode resultar em raiva e ansiedade. Afecta igualmente o rendimento escolar dos estudantes porque lhes perturba o raciocínio e interfere com a sua aprendizagem. Visto que o stress emocional pode prejudicar a nossa capacidade de aprender e de recordar, é sobretudo importante para os pais que descubram uma forma de diminuir o stress na vida dos filhos e os ensinem a lidar melhor com ele.


Neurocientistas do Wisconsin e psicólogos da Carolina do Norte estão a pesquisar provas científicas para encontrar uma maneira inacreditavelmente simples (e barata!) de lutar contra o stress do quotidiano. As crianças, enquanto brincam, compreendem, por experiência própria, algo que os budistas já compreenderam há muito tempo: o “poder do agora”, de viver o momento presente. Igualmente designado de meditação, esse estado, que consiste em estar atento e ter consciência do que acontece no presente, comporta importantes benefícios para o nosso bem-estar, incluindo a nossa capacidade de lidar com o stress.
As pessoas contemplativas tendem a ser mais autoconfiantes, extrovertidas e agradecidas. São menos stressadas, neuróticas, ansiosas e deprimidas, talvez porque, geralmente, vivem menos experiências negativas e emoções desagradáveis. A meditação também se associa a
> Emoções mais intensas, agradáveis e positivas
> Maior autoconhecimento, que constitui uma componente-chave do autocontrolo
> Maior empatia e sintonia com os outros
As crianças que aprendem a estar “totalmente presentes” – que aprendem a praticar a meditação – denotam tendência para um melhor rendimento escolar porque se concentram e lidam mais facilmente com situações de stress. Um estudo demonstrou que as crianças que praticaram respiração consciente (ver Para Pôr em Prática: Ensine Os Seus Filhos a Meditar, p. 195) nas aulas tinham maior capacidade de descontracção e tomavam decisões mais acertadas sempre que confrontadas com conflitos. Estavam mais atentas e, quando se distraíam, tinham maior capacidade de voltar à tarefa que estavam a executar. Também se mostravam menos ansiosas antes de fazerem testes.
A meditação cultiva o equilíbrio emocional. Sempre que as nossas emoções não estão activas – como quando lidamos com o stress fechando-nos –, a vida parece necessitar de significado. Isso pode fazer com que nos sintamos entorpecidos e deprimidos. Porém, quando as nossas emoções estão superactivas, tornando-se https://www.leyaonline.com/pt/livros/desenvolvimento-pessoal/educar-para-a-felicidade/excessivas e dramáticas (isso acontece-me e às minhas filhas quando estamos muito cansadas), a vida parece caótica e sufocante. Praticar a meditação ajuda-nos a encontrar aquele fugaz equilíbrio entre o caos e o tédio, entre o drama e a sua asfixia.
Talvez um dos maiores benefícios da meditação – sobretudo para as crianças que podem errar, levadas pela impulsividade – seja o de ajudar a adquirir a capacidade de pensar antes de agir. Essa simples pausa pode ajudar-nos a ponderar opções que podíamos não ter considerado se agíssemos mais impulsivamente. Permite-nos ser flexíveis, criativos e dar rendimento.

Delegar ou morrer | Jen Sincero

Uma das melhores maneiras de aliviar a carga de trabalho é deixar de ser obcecada com o controlo e contratar alguém para a ajudar. Ou delegar nas pessoas à sua volta (ver abaixo).
Se tentar fazer absolutamente tudo sozinha, nunca conseguirá fazer crescer o seu negócio, ser promovida ou ser uma boa mãe, e ficará com cabelos brancos muito nova.





Perceba quais as tarefas que odeia fazer e nas quais sempre foi péssima, ou que simplesmente não tem tempo para fazer, e arranje outra pessoa para as fazer. Compreendo que se calhar nunca fez isto por‑ que não tem dinheiro para pagar a alguém, ou porque acha que ninguém o fará tão bem, ou porque é obcecada com o controlo, mas, tal como muitas outras desculpas, a resposta geralmente está à vista, nós é que não a conseguimos ver. Se tivesse mesmo de arranjar ajuda, se fosse uma questão de vida ou morte, o que faria? Podia contratar um estagiário na universidade local. Podia pedir ajuda a um amigo ou familiar. Podia contratar alguém só por meia hora por semana e ir aumentando esse tempo conforme pudesse. Podia vender qualquer coisa para arranjar dinheiro para pagar a alguém. Ou pedir dinheiro emprestado. Ou obrigar‑se a fazê‑lo. Podia passar a questão aos recursos humanos e deixar o problema nas mãos deles. Podia pedir ao seu marido para arrumar a loiça e ao seu filho adolescente para despejar o lixo e, assim, arranjar mais algum tempo. Estamos rodeadas de ajuda. Por vezes, para a receber, só temos de olhar de forma diferente, ou de não desistir facilmente.
Decidir que não pode ter instantaneamente algo que deseja ou de que precisa, impede‑a de o manifestar e afasta‑o da parte de si que o fez desejá‑lo. Assim que pensa “Não consigo”, o Universo diz “Muito bem, então não precisa de ajuda, até à próxima”. Mesmo que não faça ideia de como o vai conseguir, mantenha ‑se aberta à possibilidade de lhe surgir o apoio necessário e talvez fique surpreendida com aquilo que consegue criar e com a ajuda que pode obter. Decida que tem de o conseguir, acredite que está disponível, faça tudo o que puder para arranjar uma forma de o fazer acontecer e acredite que lhe será revelado como vai acontecer.

Saia da inércia com pezinhos de lã (não a correr) | Dr. Frank Lipman & Danielle Claro

Se ainda não costuma fazer exercício, vá com calma. Não comece pelo ginásio. Comece pela vida real: escolha o caminho mais longo para o comboio, as escadas em vez do elevador. Comece aos poucos.



https://www.leyaonline.com/pt/livros/saude/as-novas-regras-da-saude/Depois inicie uma atividade física com maior grau de dificuldade. Tem de despertar o corpo antes de começar a levantar pesos ou a correr. Se encarar isso de forma natural, sem alaridos (“Inscrevi-me num ginásio!”), será mais fácil começar. Pouse este livro e vá dar um passeio.

Erro n.o 12 - Calar o Que Tem para Dizer | Dra. Lois P. Frankel

Muitas vezes, receosas de que nos acusem de agressivas ou arrogantes, não dizemos certas coisas que teríamos toda a legitimidade para dizer. Quantas vezes a leitora não se absteve de fazer um comentário e viu depois um colega seu ser aplaudido por expressar exactamente aquilo em que pensara? Tenha sempre presente que, quando acusam de arrogância, o objectivo é silenciá-la. Trata -se de um subterfúgio destinado a fazê-la sentir -se mal por ter um ponto de vista diferente sobre determinado assunto. Ao calar-se, estará a contribuir para ficar frustrada e a dar de si a imagem de alguém incapaz de ter a sua própria opinião e de a expressar.

Veja-se o caso de Marilyn, por exemplo, que andou enredada numa guerra de e-mails com um colega conhecido por ser “impenetrável” – e que o era, de facto, pois passava a vida a apontar o dedo aos outros. Durante um certo período, Marilyn passava a maior parte do tempo a tentar acalmá-lo, para não ser censurada, mas ele acabou por se virar para ela. Quando lhe perguntei por que não se limitara a explicar ao colega que de nada adiantava atirar-lhe as culpas e que, em vez disso, deveriam concentrar -se no problema, Marilyn respondeu -me que quisera evitar lançar mais achas para a fogueira. Sugeri-lhe que, quando ele voltasse a apontar -lhe o dedo, o levasse a discutir a solução. Poderia dizer -lhe qualquer coisa assim: “As recriminações não nos vão levar a lado nenhum, Joe. O que temos a fazer é encontrar uma solução para o problema de comunicação entre os nossos departamentos.” Mesmo que ele respondesse: “Não estou a recriminar, mas apenas a procurar a causa do problema”, ela, sem sair da sua, poderia retorquir: “Seja como dizes. Estou pronta para passar à fase da solução.”
A título de curiosidade, esclareça se que Marilyn tem 50 anos, é italiana, oriunda de uma família https://www.leyaonline.com/pt/livros/ciencias-sociais-e-humanas/gestao/as-boas-raparigas-nao-sobem-na-vida/tradicional de Brooklyn, e casada com um homem bastante mais velho. Ao aprofundarmos os motivos que a impediam de ser ela a apresentar a solução, tornou-se claro que o processo tradicional de socialização a que fora sujeita a levava a assumir uma atitude passiva, de obediência, perante homens do tipo “machista”. Disse -lhe que o jogo, ali, era: Em Roma, sê romano. Por outras palavras: em casa, com o marido ou com o pai, até poderia ser conveniente não “fazer ondas”, por ser essa a regra instituída no seio da família, mas no trabalho o assunto mudava de figura.

Bebida dourada | Vânia Ribeiro

Leite ou chá dourado é uma bebida muito usada na medicina Ayurveda* e que normalmente é feita com leite, curcuma, mel e especiarias. É uma bebida reconfortante e com inúmeros benefícios. Costumo beber depois do jantar, enrolada na manta enquanto vejo uma série ou um filme. Uma delícia!



Para 1 a 2 pessoas
500 ml de leite vegetal de coco  (ver pág. 146)
4 cm de curcuma fresca ou 1 colher de chá de curcuma em pó
2 cm de gengibre fresco
Uma pitada de pimenta preta  moída na hora
2 paus de canela
1 colher de chá de xarope de ácer (opcional)

Tempo de preparação: 10 min.
https://www.leyaonline.com/pt/livros/culinaria-e-gastronomia/as-5-cores-da-cozinha-saudavel/Num tacho pequeno juntar a bebida de coco, a curcuma ralada, o gengibre ralado, a pimenta moída e os paus  de canela. Aquecer em lume médio. Mexer o líquido ocasionalmente. Quando começar a ferver desligar o lume.
Juntar o xarope de ácer. Mexer e coar a bebida para uma chávena. Beber ainda quente.

NOTA: Para ajudar na absorção dos seus princípios activos a curcuma deve ser consumida juntamente com a pimenta e uma fonte de gordura (como a bebida de coco).

Porque é que o ioga é importante | Dr. Frank Lipman & Danielle Claro

O ioga tem a ver com muitas coisas, mas principalmente com aprender a permanecer numa posição desconfortável. Use isso onde quiser. No trabalho, nas relações, em casa, com os filhos ou na organização das suas finanças. O conceito serve para tudo. 


Por exemplo, ao fazer a postura da árvore, tentando equilibrar-se num pé, pode  pensar: Se mudar o meu peso ligeiramente para a esquerda, acho que consigo aguentar melhor. Se abrir o meu peito, talvez respire melhor e isto fica mais fácil. E depois, mais tarde, quando estiver numa reunião de trabalho difícil, dará por si a seguir os mesmos princípios: ajustando a sua  postura, encontrando uma https://www.leyaonline.com/pt/livros/saude/as-novas-regras-da-saude/forma de respirar – e a situação torna- se mais fácil. Desta forma, o ioga muda tudo. Mas não é da noite para o dia. Praticamos vezes sem conta este tipo de pensamento porque leva tempo a incorporar. E quando o conseguimos, perdemo-lo e vamos à procura dele novamente. É por isso que se chama prática. Nunca o conseguimos dominar. Simplesmente permanecemos no caminho, sempre a descobrir novos cenários.

Dividir para conquistar | Jen Sincero

Não há nada mais desanimador do que olhar para uma tarefa gigantesca sem saber como é que vamos conseguir acabá‑la. Portanto, não tente comer o elefante todo de uma vez, divida‑o em pedacinhos que caibam no prato. Por exemplo, em vez de andar pela casa toda, de divisão caótica em divisão caótica, sem saber como conseguirá limpar tudo (e a tentar perceber como vai justificar não o fazer, em vez de tentar perceber como o fazer), divida e concentre‑se numa divisão de cada vez. O nosso cérebro só consegue lidar com determinada quantidade de informação de uma só vez sem explodir, portanto, ao olhar para cada tarefa separadamente, a tarefa maior torna‑se subitamente mais praticável.



O cérebro adora divisão.

Este sistema de divisão também resulta muito bem com o tempo. Por exemplo, se está a trabalhar na conceção de um novo website, em vez de reservar um dia inteiro para trabalhar, decida que vai trabalhar em períodos de uma hora. Durante esse tempo, não pode levantar‑se para ir à casa de banho, nem para ir buscar qualquer coisa para comer, nem para ver as mensagens, nem para ir à Internet, etc. Assim que os sessenta minutos acabarem, pode fazer um intervalo para o que quiser, até começar o próximo período de sessenta minutos. Toda a gente consegue fazer uma coisa durante sessenta minutos. O cérebro entra em sobreaquecimento é quando tentamos fazer tudo num bloco de tempo gigante.

Arranje ajuda | Jen Sincero

Se está completamente confusa e desorganizada e não sabe por onde começar nem o que fazer a seguir, procure uma perspetiva exterior. Muitas vezes, estamos tão envolvidas nas nossas vidas que não conseguimos ver algo que é evidente para outra pessoa. Já lhe aconteceu perder uma data de tempo à procura dos óculos que tem na cabeça? É mais ou menos a mesma coisa. Pode passar horas, dias ou meses (ou para sempre) a tentar perceber como vai redesenhar o website ou a planear um regime de exercício ou a pensar em como organizar o escritório, quando outra pessoa, que não esteja tão enterrada viva como você, encontraria facilmente a resposta. Ponha outros olhos a estudar a situação.




E arranje alguém que sabe o que está a fazer, por favor. Não peça conselhos financeiros a uma pessoa sem um tostão, ou conselhos sobre relações a alguém que não consegue arranjar namorado, nem decida que a principal qualificação para alguém a ajudar é que o conselho seja de graça. Trabalhar com um profissional acabará por lhe poupar tempo e dinheiro a longo prazo, porque não terá de perder tempo a desfazer, ou a refazer, os resultados da primeira tentativa falhada.
Contrate um conselheiro de negócios, peça a um amigo bem‑sucedido que passe algum tempo consigo, contrate um conselheiro de organização, e, se nada disto fizer sentido na sua situação particular, continue a ler.